
Simplesmente eu escrevo. Escrevo com paixão, com amor, loucura, quase uma obsessão. Livre e solto. Muitas pessoas já escrevem denunciando a miséria, a fome, o desemprego, a corrupção, a seca, a falta de moradia, falta de terra para plantar e até sobre fila nos hospitais. Há quem goste de textos menos rebuscados, linguagem pura e simples, língua nossa, da terra, do cerrado, do camponês. Há vários pontos de vista, tantas janelas para se abrirem...
Só escrevo. Na ponta do lápis ou do teclado chegam rajadas de vento cheias de poesia, e aterrissam num sibilo de encanto e de amor.
Certo ou errado, bonito ou não belo, velejam meus pensamento! Sangra minha poesia!
Permita-me só escrever..
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